Meus castelos não me abrigam,
estão em ruínas,
se despedaçam,
se perdem pela vida.
Os passos arrastam correntes
confundem meus pensares,
duvidam das minhas mentes...
Esses castelos aos poucos desmancham,
tropeço nas pedras,
as mesmas que
machucam meus pés.
Ainda assim,
me desabrigo, me desobrigo,
me deixo aos vãos,
peço às mãos,
já que os pés não fazem...
Já que os pés não me levam,
me deixo quedar,
me ponho a morrer,
sem te querer,
sem te abraçar.
Os tijolos,
base fiel desta casa,
se despedaçam,
se desmancham,
voltam à areia,
se fazem pó,
assim como o sangue
na minha veia,
se destroem,
se perdem....
Tristes sinas,
evaporam,
perco castelos,
derramo meu sangue,
o que foi forte,
se tornam ruínas....
tioed 03/12/2012
me deixo quedar,
me ponho a morrer,
sem te querer,
sem te abraçar.
Os tijolos,
base fiel desta casa,
se despedaçam,
se desmancham,
voltam à areia,
se fazem pó,
assim como o sangue
na minha veia,
se destroem,
se perdem....
Tristes sinas,
evaporam,
perco castelos,
derramo meu sangue,
o que foi forte,
se tornam ruínas....
tioed 03/12/2012
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