Meus dedos sempre me pregam uma peça..
Uma vez que se põem diante das mãos,
pensam que fazem parte,
quase donos delas.
Não sabem, pobres pequenos,
que indo à frente,
são os que sentem,
são os que tocam,
os que apalpam...
Levam as unhas,
que roçam sua pele
que se arrepia,
que teme ser cravada,
arranhada...
Pregando a peça,
meus dedos se aquietam,
retraem as unhas,
e não me deixam
marcar suas costas...
tioed (24/01/2013)
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