Nem sei onde ponho minhas mãos,
sobre teu corpo, sobre meus versos,
mundos perdidos,
meus mundos vagos
nem sempre em ti,
nem sempre em ti,
nem sempre em mim...
Solto as mãos,
seus abraços
já não me enlaçam,
me perco todo,
me vejo tolo
sempre perdido,
sempre perdido,
jogado em ti...
Gostarei do dia
quando dentro da tua alma,
em que me ache,
em que me ache,
desvairado
alucinado,
perdido em mim,
encontre você...
Mãos, pelas mãos,
entre meus dedos,
nos meus segredos
nos meus carinhos,
que roçam teu corpo,
perco meus versos
ponho minhas rimas...
Ainda assim,
perco minhas mãos,
perco meus medos,
nos meus regressos,
esqueço meus versos.
Elas que andem,
que não escrevam,
que sejam vadias,
que se joguem pelas ruas,
se desvencilhem das suas...
Sem poesias,
largo meus versos, deixo meus dias,
as já escritas,
que sejam só tuas...
Mãos e dedos,
quase sem medos,
escondem segredos,
e se encontram...
Se acham, se irmanam...
os dedos tocam,
mãos acarinham,
buscam caminhos,
acham seus ninhos,
fazem mapas no teu corpo,
onde vão se saciar...
tioed (01/02/2013)
perdido em mim,
encontre você...
Mãos, pelas mãos,
entre meus dedos,
nos meus segredos
nos meus carinhos,
que roçam teu corpo,
perco meus versos
ponho minhas rimas...
Ainda assim,
perco minhas mãos,
perco meus medos,
nos meus regressos,
esqueço meus versos.
Elas que andem,
que não escrevam,
que sejam vadias,
que se joguem pelas ruas,
se desvencilhem das suas...
Sem poesias,
largo meus versos, deixo meus dias,
as já escritas,
que sejam só tuas...
Mãos e dedos,
quase sem medos,
escondem segredos,
e se encontram...
Se acham, se irmanam...
os dedos tocam,
mãos acarinham,
buscam caminhos,
acham seus ninhos,
fazem mapas no teu corpo,
onde vão se saciar...
tioed (01/02/2013)
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