sábado, 9 de março de 2013

SEM VER, SEM SABER

Aos poucos,
 minhas mãos declinam,
elas me ensinam,
o que preciso saber...
   
Tocar sua sua pele,
sentir sua tez,
trocando carícias
por suas malícias,
doces delícias,
doces prazeres...

Assim, meus dedos deslizam,
minhas mãos apalpam
o corpo que não esta ali...

Se assim te fazes,
assim te sinto,
desejos vorazes,
 meu corpo faminto,
te querendo,
te achando, 
me desfazendo...
   
Por mais que longe,
te sinto perto.
De peito aberto te dou minhas mãos,
te entrego meus dedos,
que, sem segredos,
deslizam, em cima de ti...
   
(tioed  07/03/2013)




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