meus braços jogados,
queriam os teus...
Os meus, ateus,
repeliam os teus...
Ali jogados,
corpos maltratados,
procuravam sair...
Nem um pouco do dia,
alma vazia,
buscava vencer...
Casas fechadas,
mãos amarradas,
em doce porvir...
Assim te farei eterna,
nas páginas do meu coração...
Como não posso sair,
me fecho,
assim, não podendo subir,
baixo o tampo,
seremos juntos,
corpo e alma,
vidas gêmeas,
sepultados
na mesma caverna..
tioed (22/09/2013)
(ao primeiro dia desta primavera)

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