sexta-feira, 29 de novembro de 2013

POETA E MENTIROSO


Ainda mentindo, procurando me enganar,
Terei a alma sadia, imaculada, dentro de mim...
Esse mentiroso, proscrito, cisma se maltratar,
Sempre me matando, me fez viver assim...
   
Noites malditas, dias vazios, horrendos afins,
Onde a luz não chega, trevas insanas,
Noites profanas, tingidas de jasmins,
Trevas profanas, me pegas, onde me enganas.
   
Nem posso me por a escrever, dias vadios,
Não fossem assim, benditos seriam,
Saberias, antes, que sempre menti,

Que me enganei, ao lado, teu suspiro,
Procurando não macular, se esvaíram,
Dias perdidos, por ti, me tornei vampiro...
   
( tioed 29/11/2013)
                 
                        Sabes mentir, hoje eu sei que tu sabes mentir...

(Hoje descobristes que fazes parte da minha maior mentira...)

2 comentários:

  1. Esses "pés"... Como eu gosto desses pés...
    Sim, a poesia é linda, linda demais! Parabéns poeta "fingidor"!

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    1. Obrigado! Os pés nas poesias, sempre complementam uma idéia formada.

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