terça-feira, 14 de outubro de 2014

NADA MAIS

Hoje, talvez fosse o dia,
de sentar, 
de pensar,
de rever a alegria...
 de tentar não morrer...

   Se tivesse uma praça,
se houvesse um banco,
quem sabe,
 uma calçada...
   
O corpo da mulher amada,
um copo,
um vinho,
   uma taça saboreada...

Teria tua sombra,
esparramada ao meu lado,
quase deitada,
sempre amada...
    
Almas jogadas,
assim te queria,
sentada ao meu lado,
vencida pela vida,
cansada...
   
Então,
 hoje eu pararia,
te beberia,
até me embriagar...
   
Não me esquecendo de te amar,
te daria minha vida,
e
nada mais...
   
tioed(14/10/2014)

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