DE TODOS OS DIAS
De todos os dias
De todos os dias
uma maldade,
bebo uma taça,
por caridade...
Não sei se por amor,
não sei se por vaidade,
brindo-me a mim,
pego-me a minha idade...
Acordo cedo,
dos lençóis eu saio,
vou a rua sem medo,
na minha vida eu caio...
Assim, de todos os dias,
bebo uma taça,
bebo as Lias,
engulo minha cachaça...
De todos os dias que bebo,
posso sair para a rua...
Bebendo não percebo,
que sua alma crua,
por mais que me doe,
caindo, sem ver a lua,
inda que voe,
dou minha alma,
encho minha taça,
bebo a cachaça,
me dou...
Minha alma
de todos os dias,
é tua...
tioed (28/11/2015)
Um espumante,
pra minha amante
saber brindar...
Lias: do dicionário de nomes próprios
"aquela que tem olhos doces";
"aquela que tem olhos doces";
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