quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

VEREDAS

Veredas

Não sei por onde te levam
as veredas dos teus pensamentos,
nem onde se perdem tuas alegrias,
teus sonhares, teus sentimentos...

Doce a ironia de fugir dos sonhos,
suave é perder da vida alguns momentos,
sentir nas tuas verdades, o ausente,
o inexistente, dias ruins... dias sangrentos...

Foge do irreal que te arrasta agora,
estende as mãos soltas aos ventos, 
sente que é branda a brisa que sopra,
apaga da tua mente, os maus rebentos...

Vês? Tem uma vida lá fora... é doce...
Sai da alameda que te arrasta aos tormentos...
Vive, que é grande a vida... Volte a sorrir...
Sinta a alegria... que não te levem os sofrimentos...

Veredas... Caminhos vazios, vadios...
Caminhos incertos, sujos, barrentos...
Vias que não tem voltas,
Portas abertas aos teus lamentos...

tioed (18/02/2016)



Nenhum comentário:

Postar um comentário