domingo, 30 de junho de 2013

CARINHOS

Foi assim, 
um pouco perto de mim,
que minha vida passava,
um corpo me amava,
um pouco que me buscava
eu sempre estava,
perto de ti.

Dias vividos,poucos perdidos,
nos meu achados
nos meus caminhos
corpos vencidos,
vendidos,
esquecidos...
   
Ruas traçadas,
almas jogadas,
 vidas passadas,
me davam os dias,
assim perdidas,
cuidavam de mim...

 Doces caminhos
os seus mimos,
sabiam de mim...

Onde buscar
onde afagar,
onde pegar...

Mãos,
 suaves mãos,
sobre meu corpo,
me desenhavam,
faziam caminhos,
buscavam minha alma,
os seus carinhos...

tioed 30/06/2013)

MENTES LIMPIDAS

"está enxergando melhor agora?"
 E o mais interessante é que eu realmente passava a enxergar melhor...
   
Doces os momentos da infância,
sem ganâncias,
tínhamos o que a vida nos deu...

Víamos a vida assim
onde a pureza imperava
doce vida,
sem maldade,
fazíamos de verdade
a realidade.
a vida que Deus nos deu...

Me lembro ainda,
a rua, as ruas,
nuas...

Abaixo aos nossos pés,
lado a lado caminhávamos,
meu sentido,
te proteger,
doces momentos...

Amando a vida,
doce querida,
ao lado meu,
podia ver a paz,
um doce anjo, 
que a vida me deu...
  
Não sei se protegida,
me sentia forte ao lado seu,
daria minha vida
(e sempre darei)
para te ver erguida,
e, grande...

Limpando suas lentes,
afastava as mentes
que pudessem maldar,
os nossos momentos...

A vida que vinha,
límpidas nossas mentes,
limpas suas lentes,
podíamos, 
eramos potentes
ganhávamos a vida,
doce e pura
como Deus nos deu...
   
tioed (29/06/2013)

CORPOS (TATUADOS)

Meus dedos 
buscando
por mim 
acharam uma caneta...

Rasgaram meu corpo,
me deixaram 
assim...

Passaram por mim,
escreveram minha vida...
   
De repente,
meus dedos,
perderam os medos, 
 rasgando segredos,
passando em seu corpo,
te desenhavam em mim...
   
Meus dedos...

Meus medos
corpos rasgados,
lado aos lados,
deitados.

Sagrados, 
sangrados,
seus dedos, malvados,
riscavam meu corpo,
te deixavam em mim...
   
tioed (30/06/2013)

sexta-feira, 28 de junho de 2013

VIDAS MORRIDAS

Vidas perdidas,
jogadas,
esquecidas,
mortas, 
matadas,
maltratadas
falecidas...

Quase mortas,
vidas desfalecidas...
   
Vidas que tinham vida,
pobres,
podres, esquecidas...

Vidas vividas
ao meu redor,
nas minhas vidas...

Esqueço os dias meus,
os meus "esqueceus",
os meus adeus,
os meus adeuses...

Vidas  perdidas,
não esqueçam
os dia meus...
   
Nas minhas vidas,
pobres, vividas,
(podres),
esquecidas,
que não te tragam
os dias perdidos,
nos meus dias,
os dias meus...
   
Vidas perdidas,
me volto ao mundo,
aos doces dias,
que nos teus braços,
nos teus laços,
doces vidas,
pobres,
feridas...
   
Me jogaram ao mundo
almas feridas,
jogadas, perdidas,
amadas,
queridas,
foram só suas,
fizeram meus dias...

As poesias,
eram a suas,
por mais que escrevesse,
por mais que quisesse,
eram as suas,
não foram as minhas...

   Pobres,
minhas poucas linhas,
nasceram mortas,
quase esquecidas,
andavam pelas ruas,
pensando em si,
se perdiam,
tentando viver,
morriam.
   
Foram assim,
perdidas, 
esquecidas,
vidas morridas...

tioed (28/06/2013)   

(um pouco de mel)

FOTOGRAFIA

Minhas mãos trêmulas
buscavam você...

Precisavam achar
rabiscar,
fazer você...
   
Um pouco de tinta,
um papel,
minhas mãos vazias,
vadias,
queriam achar você...
   
Ainda assim,
mãos perdidas,
inquietas,
perdiam você...

Folhas brancas,
um pouco de tinta,
não poderia
 viver você...
   
Mãos famintas,
quanto mais queriam,
quanto mais procuravam,
tremulavam,
apagavam 
você...
   
Um pouco de tela,
uma caneta,
um lápis,
um pedaço de papel,
na tinta,
eu só queria 
retratar você...
   
Um papel,
um pincel,
uma vida
uma tela...

Não poderiam
fazer aquela, que sem figuras,
fariam você...

Mãos,
 suaves mãos,
mãos puras,
sem pinturas, 
jogariam na tela,
a melhor aquarela...
   
Por mais que pintassem,
por querer que tivessem
não retratariam 
você...

tioed (28/06/2013)
   
Por mais que o tempo passe,
sua imagem,
a pequena, 
será eterna,
serena,
 na tela esquecida,
onde o retrato
não  morrerá...

quinta-feira, 27 de junho de 2013

VIDAS PERDIDAS

Perdidos meus versos, me calo, busco minha vida nos dias seus...   

Versos reversos,
versos perdidos nos dias meus...

Vidas vazias,
buscando as minhas,
mais me faziam perder...
   
Sentava...

 Minha cadeira, 
ainda assim, não me achava...
  
Caneta (pena) maldita,
não vês que preciso escrever?
  
  Se só pensar,
meus versos se perdem ao ar,
se escrever,
amanhã, um outro dia,
irão ao ar,
todos poderão ver...
   
Calo minha boca,
me ponho a escrever...

Deixo em tuas mãos
a vida vazia,
que um dia,
o mundo vai ler...
   
tioed (27/06/2013)





BOM DIA, FLOR..

Joguei um "bom dia" fora,
pois a flor que me acalora,
não respondeu,
não correspondeu...

O dia,
nublado, frio, choroso,
caia do céu,
me quedava ao léu...
   
Bravo, me vinha aos versos,
brigava comigo,
buscava um doce,
doces reversos,
estava de mal...
   
De mal comigo,
meu doce abrigo,
não quis me falar...

Se pôs a calar
brigada comigo,
não soube me amar...
   
Um "bom dia"
sem tom, sem poesia,
perdido  nos lábios,
da doce flor que cuido,
que podo, que rego,
que faço viver,
que deixo me amar...
   
tioed (27/06/2013)

quarta-feira, 26 de junho de 2013

DOCE MORADA

 Ainda me buscas?
ainda me procuras?

Perdido, ando por aí...

Vagando,
buscando o que
me restou de ti...

Sonhos perdidos,
dias vencidos,
meus pobres idos,
os doces queridos,
se perderam assim...

Se ainda me buscas
procure nas cavernas, 
nas tabernas...

 Ande, 
faça jus as tuas pernas...
  
Sim,  sei que me buscas...

Se me quisesses antes
poderias buscar entre teus amantes...
   
Esses que, errantes,
não souberam te achar, 
ainda assim,
não sabendo te amar,
te afastaram de mim...
   
tioed (06/05/2013)
  
Doce morada,
podes vagar, podes viver,
podes tudo o que quiseres,
tua doce morada,
meus braços,
o teu renascer...

.......................................................

Quando me deito a pensar,
quando penso em ti,
assim anda minha mente,
sofrendo por ti...

............................................................
   
Um dia, errante pela vida
andando na vila,
peguei a caneta e o bloco de rascunho.
sentei-me em qualquer banco,
 fiz um esboço de uma nova poesia,
assim pensei, 
assim senti, 
deste rascunho, meses depois,
surgiu a poesia... 

deixo aqui o esboço,
acima a poesia,
que nasce qual criança,
que cresce, ao raiar do dia.

"Procure nas cavernas,
nas tabernas,
nas casernas"

Se me quisesses antes
deveria buscar
entre os teus amantes,
esses que, errantes,
não souberam te achar,
não souberam te amar"

segunda-feira, 24 de junho de 2013

DOCE MEL


                                        Minha musa é doce, como o mel que se deita no favo...

Olha...
veja a poesia mais difícil...

 A mais dura de se achar,
 a mais gostosa de decifrar, 
a mais doce de se amar...
   
Um pássaro, uma flor,
néctar dos deuses,
me deixa perder
ao seu perfume,
ao seu sabor.   
   
Doce, como o doce mel,
me traz a vida,
me tira do chão,
dilacera meu coração...
 
Musa, doce musa,
amor que me faz,
amor que me traz a vida,
doce querida,
que com seus beijos,
satisfaz meus desejos
seu doce mel
me tira da terra,
me leva ao céu

   tioed (24/06/2013)

domingo, 23 de junho de 2013

RUA

Assim me encontrei
jogado nas calçadas,
mãos perdidas,
nuas,
procurando as suas...
   
Vidas vadias,
mãos vazias,
procurando as suas...

Mãos abandonadas
vagando nas ruas,
um corpo jogado,
buscando as suas... 
   
Perdido, 
esquecido,
assim me encontrei...
   
Mãos maltratadas,
pobres coitadas,
queriam as suas...
   
Ruas...

Pobres e coitadas,
minhas mãos,
um pouco safadas,
buscavam seu corpo,
procuravam as suas...
   
Uma vida inteira,
vida faceira,
quanto mais procuravam,
 mais se afastavam 
das suas....
   
As suas se esvaiam,
se afastavam,
se perdiam...
   
Perdidas, me esqueceram,
pobres, podres,
jogada na rua,
se perderam...
   
tioed (23/06/2013)
   








   



CORRENTES

Corpos dementes,
descontentes,
esperavam os meus...

Vidas passadas,
podres, amassadas,
queriam os seus...

Ávidas por vidas,
doces guaridas,
fugiam dos meus...

Corpos perdidos
enlouquecidos, 
dilacerados,
buscavam em si,
um pouco de vida,
já que perdida,
um pouco de mim...

Corpos doentes,
dementes,
decentes queriam os seus...
  
Vidas paradas,
que desgraçadas,
me levam de ti,
quase morrendo,
me esquecendo,
te dou minhas mãos,
pegue os elos,
tristes correntes,
não me esqueças,
me prenda 
a ti...

tioed (23/06/2013)

Soltas, 
minhas mãos se perdem...
presas,
 não me afastam de ti...




quinta-feira, 20 de junho de 2013

BEIJO

Doce esse seu beijo,
chegou suave, ameno,
grande em meus lábios,
crescendo de fato.

Doce sua boca,
sua saliva, 
mortal veneno...
   
tio ed (20/06/2013)

FALSAS

(poetas não fingem, poetas vivem, mesmo que nas mentiras, nas falsas, a vida que pensam ter)... 

Me pegando aos meus erros,
me levando aos desterros,
meus gritos, meus berros...

Poetas não fingem, 
poetas vivem os dias seus,
matam as musas
que trazem carinhos,
os carinhos dos seus carinhos,
por isso poetas não mentem...
   
E, se mentissem, 
ainda assim poderiam viver,
mesmo que nas mentiras,
revolto na iras
esquecessem as musas,
e as fizessem morrer...
   
Poetas erram,
se enganam,
buscam nas musas,
nas falsas,
a doce vida
que pensam ter...
     
tioed (20/06/2013)
   
Dedicada ao poeta fingidor,
Fernando Pessoa...

sábado, 15 de junho de 2013

ZUM


Um zum me entrando aos ouvidos
barulhos estranhos
sem saber de onde vinham
minhas mãos se debatiam...
   
Sons de abelhas,
minhas orelhas, 
não queriam...
   
Zum...
   
zumbido,
zumbidos
granhidos
atrapalhavam meus ouvidos...

E,
 eu,
pobre de mim,
sem poder ouvir,
sem sentir,
não podia ver...
  
tioed (15/0/2013)

sexta-feira, 14 de junho de 2013

BENVINDA

Era pequeno,
nem da vida sabia,
meus dedos nervosos,
 entrelaçados se apertavam...

Ao longe, minha doce guarida,
a mãe querida,
me traria você...
   
Gostaria de saber das dores,
pra mim só sobraram os amores
os doces sabores,
que vivemos, 
enfim...

Vidas cruzadas,
eternizadas,
eternamente assim,
a mãe que me pôs no mundo,
sacrificada,
te trouxe pra mim...
  
tioed (16/06/2013)
   
um amor que haverá de eternizar
uma família...
  
te amo Luiza...



CANTINHOS DE LUZ

Um dia um pensamento
 passou por mim,
um sopro de luz,
um sentimento.
  
Guardei em meu coração
aquele momento.

Meus braços se abriram,
meus lábios sorriram...

Então me perdi...

Passavam por mim,
em doces momentos,
almas, corpos, vidas...

Parei, busquei me esconder...

Parado, nos meus tormentos
buscando acalentos,
naquele pedacinho de vida
naquele cantinho,
meu pequenino,
que me trouxe a luz
de braços abertos,
me esperava 
você...   

Meus olhos se fecharam,
ainda assim,
abertos, 
naquele cantinho,
um cantinho de luz
teus braços me abraçavam,
me pegavam,
era você,

Jesus...
   
tioed  (14/06/2013)






quinta-feira, 13 de junho de 2013

PORTAS ABERTAS


  Assim, como se pudesse,
entrastes em minha casa,
pegastes a vassoura,
varrestes meus pés...
   
Matastes minha alma,
meu coração...

Deito meus dedos,
perco os enredos,
decepo as mãos...
   
As mãos das poesias,
se sentem vazias,
não mais querem ser,
sem escrever,
se quedam aos poucos,
se deixam morrer...
   
Entrastes em minha casa como quisestes,
pegastes as vassouras,
varrestes meus pés...

Pobre de mim,
quem sabe assim,
saibas de mim...

Trancarei as portas,
que inválidas, mortas,
te deixaram entrar...
   
   Mortos os sonhos,
sem saber quem tu és
dentro de ti, me dou, me deixo cair,
te entrego meus pés.
   
tioed (13/06/2013)

Mortos os pés,
nada postarei...


segunda-feira, 10 de junho de 2013

VAMPIROS

Doces suspiros,
os meus vampiros,
pegavam você...

Braços alongados,
pobres coitados,
se debatendo,
não tinham mais nada,
se sentiam jogados,
buscando o nada,
achavam
um pouco de vida,
procuravam você...

 Corpos perdidos,
não se achavam
esvaecidos,
não se encontravam,
perdiam você...
   
Ali, aos cantos jogados,
buscavam a boca que suspirava,
que exalava um doce perfume,
um pouco de você...

Braços perdidos,
vadios,
nos meus suspiros,
por mais que te viesse,
faltava você...
   
tioed (10/06/2013)



sábado, 8 de junho de 2013

CAPAS DURAS

   
Duras de se abrir,
essas capas que não entendo,
não compreendo,
se vivem morrendo,
escondendo, como ventres,
sempre ausentes
fugazes, dementes...
   
Duras capas, 
vorazes, se fazem presente...
   
Procurando abrir a capa de um livro,
uma página vadia,
se aflorou, desabrochou,
se pôs na vida,
na minha...
   
Me pus a lê-la
(pu-la na tela)
me pus a tê-la...
   
Duras páginas, só tinha uma linha,
nela, 
nada escrito...
   
As duras páginas
me haviam dito:
"fuja, proscrito, 
hoje desdito,
não vais me ler"
   
(tioed 08/06/2013)
    
JQ 
   

UMA HORA


Tantas
e por outras vezes,
esperava por ti.
   
Te aguardava,
o meu relógio 
esperava por ti...

Pensamentos loucos,
me atirava à vida,
meus anseios
buscavam alheios
seguros esteios.

Nada na vida
(nada na vivida)
 me trazia o momento,
o meu momento 
esperava em ti,
estava em ti...
   
Procurando,
esperando em nada,
buscando,
precisava de ti...
   
E tu te afastavas,
te refugiavas nos teus prazeres...
    
Os ponteiros se afastavam
levavam meus minutos,
faziam as horas
doces auroras,
que te levavam de mim...
   
tioed 08/06/2013

segunda-feira, 3 de junho de 2013

DUAS MÃOS

Se uma não bastasse,
meu Deus 
me deu as duas...

Uma que me pegava,
outra que me sentia,
que me abraçava,
a outra que mentia...
   
Minha mente vagava,
buscava por vezes 
achar você. 

Duas,
as duas perdidas
no teu corpo,
esquecidas na vida.
   
Mãos esquecidas,
doces, perdidas,
buscavam teu corpo,
lutavam em si.

Mãos perdidas,
enlouquecidas,
querendo viver
procuravam,
em vão,
 teu corpo...

   (Ah! se te achassem...)
   
Mãos queridas,
perdidas,
vadias,
enlouquecidas,
mãos vazias
esquecidas, 
queriam teu corpo...

Uma da outra
(sem sequer te achar)
procuravam 
a ti...
   
tioed (03/06/2013)
   
(amo o céu nublado,
onde procuro teu rosto
e ele, 
malvado
não me deixa te ver)
   

sábado, 1 de junho de 2013

DEVAGAR, DEVAGARINHO

               
"Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho"
  
Meu coração bate por causa do seu...
Este, que trago no peito,
leva meu sangue,
me faz viver...
 
Penso que penso com a mente,
um erro frequente
nos dias meus...
 
A cada pulsar,
sem me enganar,
sem maltratar,
me faz renascer...
  
Minha mente descontente,
ressente,
quer sempre estar,
sempre mandar...
  
Pede que meu coração te esqueça,
que meu corpo padeça,
que viva sem ti...
  
Poderei um dia,
na mente vazia,
mente vadia,
esquecer você...
Aos poucos, "devagarinho"
devagarzinho,
perdendo o carinho,
saindo do caminho,
que me trouxe à você...
  
Talvez, vou pensar...

No dia em que meu coração parar,
minha mente, doente,
me faça te abandonar...
  
Assim estarei sozinho, me pondo a pensar,
posso esquecer de você,
bem devagar,
devagarinho...
  
Minha mente pode esquecer,
nunca meu coração,
foi assim que ele te trouxe ao meu caminho,
devagar,
 devagarinho,
devagarzinho...
  
tioed (01/06/2013)
   

CINCO LETRAS

Não vou escrever...
Não posso...


Amar
 só tem quatro,
viver tem cinco...

Quanto
 amor,
quanta
 vida,
alma,
luta...
Brigo
 por não fazer,
Faço,
erro
vivo...
   
No meu 
amor,
vida,
na minha vida,
doces palavras,
escrevo com quatro:

flor
amor
doce
VOCÊ...
   
tioed (01/06/2013)
   
Pense, como penso, como escrevo,
sou escravo dos 
dias
meus...
   
Sinta a poesia
que nasceu
das minhas mãos,
dos dedos
meus...

 Erro
com quatro,
inda assim,
nos erros,
com cinco,
escrevo..

Com cinco,
nos 
erros,
insisto

Rosa,
pena, 
amor, 
doce,
você...


BRAÇOS, ABRAÇOS

Meus braços me pegam,
me sentindo em ti...
 
Vou voltando,
vou vivendo,
pensando em ti...
  
Doces horas,
os meus "agoras"
por horas,
me levam a ti...
 
Braços que me pegam,
que me envolvem
que me revolvem,
que por vezes me levam
de ti...
  
Braços...
doces abraços...
 
Pensamentos loucos,
que aos poucos
me fazem em ti...
 
Ah! Se pudesse,
viveria sem ti,
esqueceria os seus braços
me perdendo aos abraços,
 
morreria sem ti...
  
tioed (01/06/2013)
  
Aos braços
 que queria que me envolvessem,
que me dessem os calores,
dos doces sabores,
dos amores
que guardas em ti...