Eis-me cambaleante,
tranço as pernas,
quase não ando...
Porque outra vez fui beber?
Essa bebida faz mal,
me maltrata.
Sempre que você me vem a mente,
eu bebo, tomo todas,
me embriago de você.
Eis-me neste instante,
saudades eternas,
coração amando...
Então, o que fazer?
A bebida fatal,
a bebida me trata.
Sempre que você me vem a mente,
eu bebo todas, eu me embriago,
bebo o café da manhã.
tioed 21/08/2019)
QUEM TOMAR ESTE CAFÉ SABERÁ SABOREAR A VIDA.
ResponderExcluirO que leva um poeta a compor às seis e pouco da manhã? Sempre achei que as poesias surgiam na calada da noite, na companhia da madrugada. Sei não, acho que tem razão um dos primeiros comentários que coloquei aqui no seu blog, mais precisamente, na poesia “Até em Sonhos”: “A impressão que tenho é que, "até em sonhos", você faz versos... e acorda com a poesia pronta!”
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