Sento-me só, a cadeira ao lado,
porta o espectro que sobrou.
Eis-me assim, vendo jogados,
todos os nadas que você jurou.
Nada para lembrar, mesmices...
Então, ao meu canto, parado,
buscando sorver o que você deixou,
volto a rever o passado,
um copo vazio, onde você bebericou.
Nada para lembrar, crendices...
Sinto-me só, na cadeira, ao lado,
um vulto ainda resta, só o que sobrou.
Ébrio de beber você, no templo sagrado,
minha alma bebe o espectro que aqui ficou.
Nada para lembrar, meninices...
tioed (29/11/2019)
Então, ao meu canto, parado,
buscando sorver o que você deixou,
volto a rever o passado,
um copo vazio, onde você bebericou.
Nada para lembrar, crendices...
Sinto-me só, na cadeira, ao lado,
um vulto ainda resta, só o que sobrou.
Ébrio de beber você, no templo sagrado,
minha alma bebe o espectro que aqui ficou.
Nada para lembrar, meninices...
tioed (29/11/2019)