Amigo, por favor te aproximes,
perdoa-me, eu não te vi chegar,
agora, sou este que vês, cometo crimes,
e me suspendo, por me ver quedar.
Cobre, amigo, com afeto, os que afagam
teu rosto, úmido pela caminhada.
Desnuda, amigo, os ventos que apagam
as pegadas, que te levaram a nada.
Perdoa! Não incomodes os ventos,
Deixa-os soprar todos os instantes,
pois que, tua partida e tormentos,
se renovarão, cedo, incessantes.
tioed (13/09/1974)
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