Punhos rebeldes,
palmas grossas,
mãos maltratadas...
Como te acarinhar?
Buscar tua pele,
sempre macia...
Pensar em ti
(da outra vez, quase morri)
por quantas vezes?
Punhos fechados
quase lacrados...
(Repensar...
sentir...
te achar...)
Teu corpo certo,
sempre por perto,
me traz você...
Fico pensando, meu corpo te amando,
minhas mãos ásperas, não te acarinham,
buscam caminhos,
procuram teus ninhos,
os teus carinhos,
desejam os meus...
Parado, sempre ao teu lado,
procuro um jeito de ter você...
Jogo minhas mãos,
terras desertas,
entreabertas,
por mais que rudes,
por mais que sofram,
estarão abertas,
serão espertas,
terão você...
tioed (05/10/2012)
Nem sempre vês o que fazes,
mas quando feito,
aceito,
devolvo amor...
(musa e poeta real time)
(musa e poeta real time)
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