quarta-feira, 14 de agosto de 2013

SEDE DE AMOR



Meus doces apegos,
me entrego à vida,
guardo minha alma,
pobre esquecida...
   
Trago a boca seca,
estou morrendo,
preciso de sangue,
meu corpo exangue
precisa do seu.

 Hoje não vou aos vasos, 
não vou às noites, 
não me açoites com seus carinhos.... 

Por onde me deitar, me ajeito,
deixo o corpo desfeito,
perdido aos dias meus...
   
Assim me encontro,
no meu desencontro,
busco um corpo
que ampare o meu...

   tioed (14/08/2013)





  

   


  

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