Talvez,
pelas partes de mim,
não morrer,
não me matar assim...
Noites escuras,
vidas vazias,
esquecer de mim...
Dia,
um pouco vencido,
me dou por perdido,
não me quero jamais.
Manhãs,
essas incertas,
me trazem ao nada,
dias inglórios,
triste jornada..
E eu,
pela vida eterna,
não posso me quedar,
não posso parar,
não posso morrer...
Saio,
busco as ruas,
onde as mãos nuas
(não as minhas, as suas)
me fazem viver.
Vida eterna...
me vou,
me dou,
busco a caserna,
onde um pouco
inda posso beber...
Não quero muito,
(só quero viver)
um só respiro,
um só suspiro,
uma gota de sangue,
que me faça renascer...
tioed 23/08/2013
Busco, em vão,
respirar,
escutar,
bater um coração...
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