Não, mundo!
Não me deixes te abandonar,
prende-me a ti,
não me deixes a vagar.
Eu saí de mim,
viajei por terras distantes,
vi cores e mais cores,
que deixaram meu ser saltitante.
Mas, mundo,
nada há melhor que ti,
tuas cores também são belas,
porque, à cada instante, sair de ti?
Se algo mais me vier à mente,
não mais terei de partir,
mundo, por favor, me sustenha,
que eu não termine no porvir.
tioed (1971)
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