Outra vez te encontro,
meu corpo tonto,
procura o teu.
Te acho,
te abraço, me afasto...
Minhas mãos trêmulas,
não soltam as tuas,
as tuas, gélidas,
seguram as minhas...
Meu corpo estremece
pois não merece pegar o teu.
Em vão,
tentando controlar meus instintos,
minhas mãos...
malvadas mãos,
acham teu rosto,
buscam teu resto,
acham teus lábios
entreabertos,
buscando os meus...
Lábios trêmulos, acham meus dedos,
os envolvem, sugam,
os deixam molhados.
Voltam suas mãos pulsando,
seguram as minhas, conduzindo,
deslizando, pescoço abaixo,
(sinto seu colo, você conduz,
me deixo eu...)
(discreta, uma mão escapa,
busca um botão, não abre)...
se põe mais firme, segura o pano,
e o rasga,
soltam teus seios, saltam teus seios...
Dedos ainda molhados,
sua saliva escorre, quase pingando,
você não deixa, a outra mão segura a minha.
Sem pudor, com amor,
fazes meus dedos sentirem tuas faces,
que umedecem,
os dedos descem, acham teu pescoço,
(uma veia gostosa, me faço moço)...
ainda não deixas,
(você me conduz, vejo seus olhos
banhados em luz)
levas minha mão, dedos molhados,
circulam os seios,
em espiral, de fora para dentro.
Meu cérebro gira, doces suspiros,
tua mão leva a minha,
breves giros,
achei teus mamilos...
Dedos molhados circulam ali,
teus desejos, saga insana,
te sentes profana,
se acariciando,
sempre se amando,
achando em mim
o que está pulsando em ti.
tioed 06/08/2012.
(gostaria que visses em ti, o que vejo
quando te olho, quando te busco,
quando me encontro em meus delírios.
gostaria que visses em mim, o que vejo,
quando te procuro, e não estás aqui).
(pedido à galera, seguidores deste blog,
deixem comentários, preciso saber como sentem meus versos,
assim, poderei postar poesias e poemas que alegrem nossos corações)
Meu corpo estremece
pois não merece pegar o teu.
Em vão,
tentando controlar meus instintos,
minhas mãos...
malvadas mãos,
acham teu rosto,
buscam teu resto,
acham teus lábios
entreabertos,
buscando os meus...
Lábios trêmulos, acham meus dedos,
os envolvem, sugam,
os deixam molhados.
Voltam suas mãos pulsando,
seguram as minhas, conduzindo,
deslizando, pescoço abaixo,
(sinto seu colo, você conduz,
me deixo eu...)
(discreta, uma mão escapa,
busca um botão, não abre)...
se põe mais firme, segura o pano,
e o rasga,
soltam teus seios, saltam teus seios...
Dedos ainda molhados,
sua saliva escorre, quase pingando,
você não deixa, a outra mão segura a minha.
Sem pudor, com amor,
fazes meus dedos sentirem tuas faces,
que umedecem,
os dedos descem, acham teu pescoço,
(uma veia gostosa, me faço moço)...
ainda não deixas,
(você me conduz, vejo seus olhos
banhados em luz)
levas minha mão, dedos molhados,
circulam os seios,
em espiral, de fora para dentro.
Meu cérebro gira, doces suspiros,
tua mão leva a minha,
breves giros,
achei teus mamilos...
Dedos molhados circulam ali,
teus desejos, saga insana,
te sentes profana,
se acariciando,
sempre se amando,
achando em mim
o que está pulsando em ti.
tioed 06/08/2012.
(gostaria que visses em ti, o que vejo
quando te olho, quando te busco,
quando me encontro em meus delírios.
gostaria que visses em mim, o que vejo,
quando te procuro, e não estás aqui).
(pedido à galera, seguidores deste blog,
deixem comentários, preciso saber como sentem meus versos,
assim, poderei postar poesias e poemas que alegrem nossos corações)
A linha que divide o erotismo da vulgaridade é tênue. E o que vejo nessa poesia é o cuidado do autor para passar muita sensualidade, com um pouco de realismo até, contudo, em momento algum, se aproxima da pornografia.
ResponderExcluirMais uma vez, no comentário ao pé da poesia, palavras de uma sensibilidade comovente...
Parabéns!