Eu vou morrendo aos poucos,
não vendo teus olhos brilharem.
Vivo neste mundo de loucos,
que lutam por não enxergarem.
Não enxergam aquilo que sinto,
o que trago guardado no peito.
Loucos! Não podem ver que não minto,
que até choro, estando em meu leito.
Sim, quantas lágrimas correram
pela face deste ser sofredor...
quantas vezes meus lábios emudeceram,
trancando em meu peito esta dor.
Sim, parece que todos enlouqueceram,
cerram os olhos, pra não ver meu amor.
tioed (10/11/1971)
Há nesta poesia, uma quebra de regras.
da terceira para a quarta estrofe,
os versos não devem se complementar.
os versos não devem se complementar.
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