Se ora me ves parada,
na inércia do meu pudor
Vê-de que te perfuro
com a saga do meu furor.
Se ora me vês parada,
sinto que estou rasgando
tuas mansas entranhas,
onde aos poucos vor penetrando...
Sê-de rija,
lute em mim,
meu louro à mim se encerra,
sou macia,
sou a árvore,
que de manso,
desce à terra...
tio ed 17/10/2002
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