Tive você,
radiante, nos braços.
Lhe dei todo o conforto
dos meus abraços.
Procurei limpar
as manchas do corpo seu,
e lhe fazer tão feliz,
como sempre fui eu.
Lhe fiz sorrir...
Sim, você já sorriu,
mas, não de felicidade,
não quis nada, e fugiu.
Você me fez chorar,
não vendo que sou eu quem te chama,
correu rápida e desesperada,
atirando-se, outra vez, na lama.
tioed (18/07/1972)
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