Mais uma vez te encontrei,
senti a luz do teu olhar
cada vez mais, se aprofundar,
e a se confundir com a luz do meu.
Não! Se é para minha dor,
não me olhe agora,
vira teu rosto, vá embora,
que eu fique só, com a aurora.
Se não tenho a alma,
que se vá o corpo!
Se não tenho o coração,
que se vá o olhar!
Aurora, consola-me,
abre teus braços,
se um dia cair de cansaço,
acorda-me
quero seguir minha caminhada.
tioed (19/05/72)
1972 - Um ano brilhante para um poeta que era quase um menino, mas que parecia amar (ou amava) como um homem maduro.
ResponderExcluirmaduro sou agora, abrigou-me a aurora. obrigado pelo comentário doce e sutil.
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